Para o empresário que quer saber de onde vem a venda, e para o gestor que quer provar o resultado
Sete documentos oficiais sobre atribuição, parâmetros de URL, palavra-chave e o ID do clique. Cada um com o link do original. No fim, as perguntas para o seu gestor e o caminho do clique até a venda.
é o prazo padrão de clique (e 1 dia de visualização) para a Meta creditar uma venda ao anúncio. Comprou depois disso? A venda existe, mas não aparece no anúncio. O Gerenciador de Anúncios e o de Eventos mostram números diferentes de propósito.
O print do Gerenciador é a visão da Meta, não o seu caixa. Ele nunca vai bater exatamente com as vendas.
Pare de comparar o print com o caixa. Compare o caixa com um registro seu, de onde veio cada lead.
Artigos sem data na Central de Ajuda; consultados em 27/10/2026 (também 458681590974355 e 337196340694086).
Comparar conjuntos com modelos de atribuição diferentes "levará a conclusões imprecisas". E, para quem usa ferramenta própria: "avalie o desempenho nelas".
A Meta não se coloca como a fonte da verdade do seu negócio. Quem precisa ter essa fonte é você.
Tenha um painel seu, ligado ao CRM, onde cada venda tem a origem gravada.
e também {{campaign.name}}, {{adset.name}}, {{placement}} e {{site_source_name}}. São os parâmetros dinâmicos: a Meta preenche cada um na hora do clique.
UTM escrita à mão, igual em todos os anúncios, joga fora a informação que a Meta te dá de graça.
Em Anúncio → Rastreamento → Parâmetros de URL, use: utm_source={{site_source_name}}&utm_campaign={{campaign.name}}&utm_term={{adset.name}}&utm_content={{ad.name}}.
Só vale para anúncio que leva a um link. Na conversa de WhatsApp, o elo é outro (documento 7).
Mesmo com parâmetros de URL, "será necessário usar uma ferramenta de análise de sites". E se a pessoa sai e volta depois pelo orgânico, o parâmetro "será perdido".
O lead que pesquisa, sai e volta na semana seguinte vira "orgânico" no relatório, mesmo tendo vindo do anúncio.
Grave a origem no primeiro acesso (num cookie próprio e no cadastro do lead) e leve essa origem junto até o CRM.
é a palavra-chave da sua conta que bateu com a busca. Junto vêm {matchtype}, {campaignid}, {adgroupid} e {creative}. O Google diz que esses parâmetros servem para rastrear a origem de cada clique.
Dá para saber qual palavra-chave trouxe cada lead, e não só qual campanha.
No modelo de rastreamento da conta, adicione utm_term={keyword}&utm_content={creative}&mt={matchtype}, e grave junto com o lead.
{keyword} só é preenchido na Rede de Pesquisa.
de aumento mediano nas conversões para quem mandou e-mail ou telefone junto com o GCLID, em relação à importação offline padrão. A codificação automática (que gera o GCLID) é obrigatória para isso.
O lead fechou no WhatsApp três dias depois? Você devolve a venda ao Google e ele passa a mostrar quais palavras-chave trazem venda.
Ligue a codificação automática, guarde o GCLID no cadastro do lead e importe a venda (com e-mail ou telefone) quando ela acontecer.
Mediana, não média. A página não informa amostra nem período. Também: answer/3095550.
Na API de Conversões para mensagens comerciais, a orientação é direta: "Send ctwa_clid whenever you have it". É o identificador do clique no anúncio de WhatsApp, que liga a conversa ao anúncio.
Sem esse identificador, a venda acontece e ninguém (nem você, nem a Meta) sabe que veio do anúncio.
Use uma ferramenta de WhatsApp que guarde o ctwa_clid em cada conversa e mande os eventos (LeadSubmitted, QualifiedLead, Purchase) de volta com ele.
Passamos juntos pelo caminho do clique até a venda na sua conta: parâmetros, primeiro acesso, CRM, WhatsApp e o retorno para a Meta e o Google.
Este material te dá o quê. O que trava na sua conta é o como: qual evento pedir, onde a origem se perde, por onde a venda volta. É isso que a Sessão Ciclo Fechado resolve.
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